Fonte : https://revistazum.com.br/colunistas/o-enigma-vivian-maier/
T E M P O B T U S O
"O que Importa é como você caminha através do fogo". Charles Bukowski.
terça-feira, outubro 23, 2018
O enigma Vivian Maier.
Fonte : https://revistazum.com.br/colunistas/o-enigma-vivian-maier/
segunda-feira, maio 07, 2018
carolina de jesus e virginia woolf: um quarto para todas as mulheres
terça-feira, janeiro 27, 2015
sábado, dezembro 03, 2011
sexta-feira, novembro 25, 2011
As Sombras do Humano. Palestra.
As Sombras do humano from cpfl cultura on Vimeo.
quinta-feira, novembro 25, 2010
Libertar, partir e chegar.
Pois que parta já, parindo sem risos o trabalho e tudo mais, que se vá se esvaindo de si não de nós e acumule lembranças que somarão bolsas abaixo dos olhos. Para cada ida existe um trafegante ser que parte, lembra, isola, frustra, emociona e por fim liberta a partida para deixa de ser continuo e ressonante, deixa para que a música ressoe almas precisão da estática da chegada. Vai ver alma chegar!
terça-feira, agosto 24, 2010
Você já se acha Clássico?
Sinto-me na obrigação de mendigar a paciência de quem lê, oferecendo-lhe a possibilidade de ser putamente franco quando se dispor a comentar minhas Epifanias, reveladas ao escutar música e de libertar loucura em letras do tipo verdana ou arial 12, sem negrio ou sublinhado, pois classicamente meus MP3s irão se repertir com o passar dos anos e esta loucura atemporal se mostrara percorrendo um caminho que sugere ser clássico em dizer que morrer pode ser como : clicar em iniciar- programas - Microsoft Office - Microsoft Word 2007. De alguma forma morrer já parece uma prática para melhor resistir a tentativa de ser eterno, o que mais é clássico para eternizar do que a fotografia, um gravador de voz, um imã de geledeira da coca -cola, ou um abajur cor de carne. Bom esta noite servi minha demência e minha independente loucura incursiva. Uma boa noite clássica a todos e que durante o seu processo de Clicar - Inicar - desligar seja tranquilo. Um belo Foda-se ao mais tradicional e franco estilo CLÀSSICO.
segunda-feira, maio 24, 2010
Mais Emily Dickinson
Eras se enrolam dentro da
Circunferência
De um só cérebro -
A Dor contrai - o Tempo -
Num mero Tiro
Milhões de Eternidades
Cabem num suspiro -
Emily Dickinson
Do Livro Não sou ninguém
Poesia - Emily Dickinson
Você antes não bebesse,
Por mais que a antecedesse
O Pensar da Sede.
Emily Dickinson
Do Livro Não Sou ninguém
terça-feira, maio 11, 2010
A Espera
Olhava em minhas fotografias e por vezes sorria quando identificava, a mim e Olivia abraçada, visivelmente e felizes, sim, felizes. Mas isso já tem certo tempo, fiz minhas escolhas e decidi quem com ou sem Olivia minha vida poderia ser melhor. Mas tudo isso é pura fachada, pois Olivia significa ainda muita coisa, penso aqui e ali nela, fico divagando e imaginando o que andara fazendo ela em seus dias?
Já não tenho tempo para pensar, apenas estou aqui Sundance Beach, recostado olhando o horizonte, fitando o leve raio solar que caiu ao longe se despedindo do dia e ambientado horas para o anoitecer, deste lugar onde estou sentado vislumbro um céu que compõe em sua dança nuances de cores que inspiram sensação de infinita liberdade, o céu que sempre quis admirar. Em minhas costas está minha morada, uma casa de um tom amarelo que se confunde em certas horas do dia com a areia da praia, cercada por uma vegetação colocada ali por mim, onde enumero samambaias, bromélias, roseiras, etc. tudo disposto em uma varanda que circunda a casa, algumas redes estão no entorno da varanda, balançadas pelo vento e com um leve frescor da chuva que caíra após o almoço; ao se chegar à sala vê-se certa bagunça, roupas e livros se confundem e se esconde, o odor de incenso é perceptível, um presente de Olivia ainda esta sobre a mesa, e na sala sua presença é perturbadora, mas é minha casa, e como a sala não pertence somente a mim em minhas memórias, vou a outro cômodo, tenho um corredor cheio de fotos, memoráveis, com vários amigos e familiares. Meu quarto não há de ser meu refugio, não quero refúgios. Tenho uma pequena cozinha onde Olivia e nós perdíamos as horas a rir e a conversamos, eu falei Olivia? Nossa, parece uma doença. Uma cozinha como qualquer outra a não ser pelas lembranças, não tenho área dos fundos, e francamente mostrar a casa e meio que me despir, não estou mais afim de nudez.
Retorno a varanda para continuar admirando aquele belo fim de tarde e uma silhueta esta sentada a frente de minha casa a observar o mesmo por de sol, não consigo definir quem seja, se homem ou mulher mais uma pessoas qualquer. Pergunto se que me fazer companhia e sentar ao meu lado ela sinaliza com um sinal de legal, levanta da areia limpando-se e caminha em direção a casa e sobe falando – Meus dias foram assim, viajando e imaginando se te encontraria aqui. – Diz ela com brilhos nos olhos, e abrindo os braços e dizendo meu nome: Mauricio.
O enigma Vivian Maier.
Fonte : https://revistazum.com.br/colunistas/o-enigma-vivian-maier/ É difícil saber o que leva alguém a optar por atravessar a vid...
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A Dor - expande o Tempo - Eras se enrolam dentro da Circunferência De um só cérebro - A Dor contrai - o Tempo - Num mero Tiro Milhões de Ete...
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